entries iced lady my space friends credits
A little story...
4 de abr. de 2014, 22:07 com 5 comentário(s)

Hoje quero compartilhar uma experiência pessoal. Não sei por que acho que devo recordar desse fato, mas certa parte de mim quer que eu o veja e reflita por que tive que passar por isso.

A um tempo atrás, eu fiquei com medo de ser substituída. Sim, ora a ideia boba da criatura. Já tem um tempo que tenho esse problema de 'existência', tais como 'Por que eu só consigo atrapalhar a todos?' ou algo como 'Será que realmente presto para alguma coisa?', bem bobo, não? A pouco tempo atrás, pensei que as pessoas a minha volta me odiassem, eu não falava com ninguém, ficava apenas o dia inteiro olhando para a tela do computador, chorando e me perguntando por que eles não viam aqui e colocassem um fim nisso, no pior sentido. Sim, eu era covarde e queria que eles fizessem o trabalho sujo por mim. Tenho medo de ser um fardo para as pessoas, sei que não posso ajudar a nenhuma delas de nenhuma maneira e sei que elas estão apenas fingindo, sei que há um sofrimento enorme atrás daqueles rosto sem emoção; eles são péssimos atores.

Eu nunca lutei verdadeiramente por algo, sempre sentei e assisti, deixando ver o que eles fariam sem que eu me intrometesse. O resultado sempre era obvio, mas as vezes eu tentava acreditar que o que eu queria realmente poderia vir a se tornar real, ilusão. Acabou que virei apenas um corpo se arrastando pelos cômodos desejando não ser vista pelos moradores, não conseguia nem criar coragem para sair da minha toca. De fato, passei fome. Passava as tardes torcendo para ninguém escutar a minha respiração irregular provocada por ansiedade e aflição, as vezes eu sedia, mas mesmo assim, o apetite não vinha, se eu me forçasse a comer, passava mal, e pior, tinha medo de vomitar a minha comida, um nível que realmente tenho medo de chegar.


Cada dia que passa eu vou me sentindo pior, cansada, fraca, tonta, exausta, doente, e por que isso começara a pouco tempo, tenho medo de cair no meio da rua, tropeça no enquanto subia as escadas ou desmaiar nas aulas escolares. Olhei para mim mesma na frente de um espelho, se a situação piorasse, em algumas semanas, iria ficar doente, e eu não queria. Tentei me forçar a comer, no incio nem metade entrava com prazer, por isso acabei reduzindo a minha quantidade de refeições, provavelmente duas por três por dia, mas quando o final de semana chegasse, não iria comer nem metade do que no dias normais.

Olhe a parte engraçada da história... Como alguém que vê outra pessoa uma vez a cada dois meses consegue deduzir mais coisas do que alguém que vê o mesmo indivíduo todos os dias? Acho que esta resposta é algo além dos meus conhecimentos. Só sei que, com apenas algumas frases, consegui recuperar grande parte do meu ânimo, se não por completo. Realmente estou parecendo uma caveira, com pescoço fino e olhos fundos, mas em menos de uma hora recuperei forças para voltar a ser saudável como era antes, ou de uma maneira que nunca fui.

Aqui se encontra a moral da história, talvez um pouco exagerada pela minha cabeça... Há sempre uma luz no fim do túnel, sempre teremos alguém, mesmo longe, que pensa em nós todos os dias, ou pelo menos na maioria deles. No final das contas, o mundo não está totalmente perdido.

Thank you, Dad.
Thanks also for the chocolate box, it's yuumy.

Marcadores: Pessoal, Textos


Some of my story for you
7 de mar. de 2014, 17:48 com 3 comentário(s)
Konbanwa. Neste recesso, ou mini férias, tive bastante tempo para voltar a ver meus animes que estava acompanhando na temporada, acabei voltando a me inspirar e acabei querendo voltar a escrever algumas histórias minhas. Eu tenho várias, e como a minha vontade implorou, vou escrever algumas aqui, mas não tenho plano nenhum em postar aqui, apenas no Nyan Fanfictation, mas se alguém estiver disposto a acompanhar e pedir para eu postar, eu estarei disposta a isso - isso foi uma indireta muito mal feita.

Rare Tipe - The War of Descendants
A história se passa num mundo paralelo onde existe magia e deuses místicos; nele, se encontrava um único continente com um único país, onde todos os feiticeiros e bruxas vivam em paz, este era o sonho dos deuses, um sonho quase realizado. Depois de gerações, as pessoas começaram a obter gostos diferentes umas das outras, e depois de centenas de anos, cada pessoa só conseguia dominar apenas parte da magia, por simplesmente ter preferido esta e esquecido das outras; claro que ainda há 'magos completos' que dominam toda a magia disponível. O império foi divido, depois que as pessoas começaram a discutir sobre qual tipo de magia era a mais poderosa ou a mais eficaz. Os deuses, com raiva, decidiram fazer um projeto final, uma mulher onde confiaram a semente de cada sub-magia, para que nenhumas delas fossem chamais esquecidas; e também foi lhe dado uma outra missão... Os deuses estavam sendo torturados vendo suas criações lutando entre si, então elas amandaram também para que ela pudesse estabelecer uma paz, mesmo artificial, entre eles, interrompendo cada batalha que pensassem em travar. Um dia esta mulher desapareceu, sem deixar rastros... As guerras começaram, e finalmente foi decido como provar qual era o reino mais poderoso, eles fundaram uma escola, onde cada aluno de cada reino aprenderia sua magia de forma adequada, e em vez de uma formatura, eles travariam uma guerra entre si. Essa tradição durou por 15 anos, até que uma órfã terráquea recebeu um convite para entrar na escola.

Kiseki no Oracle
Duas gêmeas órfãs em uma mansão como filhas de um casal rico e esnobe, que só se importavam de verdade com seus dois filhos gêmeos, que haviam se afeiçoado as pequenas meninas; um dia elas fogem pois não chamarem isso de vida, e vão morar de favor na casa de um adolescente e trabalhando no restaurante maid de sua família, mesmo assim, os dois meninos sempre iam visitá-las para ver como elas eram tratadas por esse 'bocchan'. Mas o que ninguém espera, é que essas duas meninas conseguem manipular magia, fazendo travessuras sempre quando lhes são convenientes, até que um dia elas descobrem a verdade desde mundo, e sobre a verdade dos seus poderes milagrosos.

Mermaid no Uta
No fundo dos oceanos, um lugar onde o homem atual não pode nem imaginar, existe sereias, criaturas belas, porém mortais. Com uma população apenas de mulheres, elas são obrigadas na adolescência, a vir para terra firme e achar algum 'candidato' a ser o pai de suas filhas, e depois voltam para o mar, apagando as memórias do sujeito. Esta é uma tradição muito antiga pois as sereias não são as únicas que moram no fundo do mar. Há demônios que se alimentam de sua carne, e por vários anos elas foram pressionadas a viver escondidas e severamente atacadas; hoje em dia, elas já desenvolveram armas e modo de combates páreos a eles, mas a tradição ainda é rígida entre elas. Nayara, uma sereia que já passou da idade do 'acasalamento', se recusou a cumprir a essa tradição, sendo punida em servir sua prima, Prímula, a descendente direta do trono real.

Akatsuki Overnight
Yukka foi abandonada pela família aos 7 anos de idade por ser considerada um 'peso' para família, que são uma das poucas famílias ciganas que sobraram no mundo, que ainda é severamente caçada; ela chamava muita atenção das pessoas, pondo em risco a família inteira. Sua mãe morreu em seu parto e nunca saberão ao certo quem é o seu pai, mas este não é o ponto. Ela teve que viver indo pelas cidades, completando missões dadas a ela por pessoas que buscavam os seus tipos de poderes, etc; tudo isso graça a um demônio que acompanhava desde jovem, Tori, que diz ter sido uma amiga próxima a sua mãe. Enquanto ela tentava fugir da guerra que os países estavam prestes a provocar, uma carta de uma pessoa inesperada apareceu, da mesma pessoa que a abandonou no meio da floresta, seu tio. Depois de virar babá do seu primo quatro anos mais novo, ela começou a ser caçada por ser um dos seres mais fortes a pisar na terra, na qual ajudaria muito na guerra, provavelmente até definindo a vitória; uma Akatsuki, uma raça onde mistura os demônios com os poderosos ciganos.

Sei que esta postagem foi demorada e cansativa para várias pessoas, mas espero que tenham lido até aqui, e isso saciou grande parte da minha vontade de escrever.

Marcadores: Crônicas, Textos


Newness
24 de fev. de 2014, 18:15 com 2 comentário(s)
Isso não é uma novidade na minha vida, mas ainda não sei lidar com isso. Talvez sempre tenha sido assim, só está numa fase mais grave. Me esforço todos os dias, mas a única coisa que consigo é um tremer no meu corpo, instabilidade, medo, ansiedade, essas coisas que me perseguem desde a muito tempo, mas antes ignoradas, agora mais forte. Meu esforço é quase sempre em vão, sem nenhum progresso, a minha vontade é jogar tudo de um penhasco para que o vento leve para algum lugar longe de mim, mas sei que isto não é o melhor para mim, infelizmente, eu sei disso. Por que o que era fácil agora parece impossível?

Por que parece que fui retirada do meu local de origem, da minha terra nata, e recolada num lugar estranho, onde não o entendo, e nem ele a mim? Ah, mas como isso é comum certo? Então, por que estou a ser tão fresca assim? Por que mesmo sabendo disso, não fico calma? Não quero chamar a atenção, não quero ser notada, não quero que percebam a minha existência, pois, parece que, se for o contrário, aí eles pisarão em mim, me humilharão, tudo para suprir o seu imundo desejo, sua vontade de ser superior aos outros. A sério, não me importo com comentários alheios, mas penso que isso é uma coisa incrivelmente repugnante, pior do que qualquer besta.

Mesmo assim, não quero superar esse problema, sei que faz mal, mas não quero ser o que não sou. Não preciso disso, não preciso mesmo. Não me interessa se ninguém irá falar comigo, ou me chamar de amiga, não preciso desta falsa felicidade, desse falso momento, desta falsa amizade. Só quero me concentrar no que já tenho agora, eu acredito, que pouco a pouco, irei me acostumar com esse sentimento e ele não doerá mais, só preciso de um pouco mais de tempo, pois, o que já tenho, é melhor do que qualquer coisa que qualquer ser humano poderia imaginar.

Marcadores: Pessoal, Textos


Lost Time
22 de fev. de 2014, 22:24 com 2 comentário(s)
As vezes, fico pensando como a minha vida está a passar rápido, parece que foi ontem que era apenas uma menina tímida, que não sabia o que falar ou fazer, no meio de várias pessoas que se auto intitulavam superiores; que eu tomei coragem para abandonar esse mundo e ser como eu queria ser, não como um rótulo me dizia; que sofri pelas minhas escolhas, não me arrependi; que suportei maus caminhos escolhidos por aqueles que eu amava... Me lembro de mim mesma, sendo rejeitada e aceita por várias pessoas distintas. Me lembro da época que chorava se deixasse um copo se quebrar, desesperada, esperando mais repreensões, mas também me lembro de uma voz gentil me falando o quão aquilo era insignificante, que era apenas um acidente. Quando foi que eu parei de chorar na frente das pessoas? Foi quando eu percebi que isso não iria me fazer sentir melhor, não como naquela época.

Do mesmo jeito que as vezes sinto que as minhas memórias estão ficando mais preenchidas dia após dia, que o que parecia ser dias na verdade eram meses, as vezes, não sempre, me sinto como se a minha mente se apagasse, não consigo lembrar de mais nada. Parece que há uma parte dentro de mim que quer esquecer o tempo que eu queria que voltasse, pois sabe que é impossível, mas ela é pequena, pois ainda insisto em pensar que a minha vida vai voltar a ser como quando eu era menor. Mas não irá, por que eu já cresci. Mas continuo me torturando, pensando todas as noites, lembrando de tudo do tempo que eu queria que voltasse.

Mas, também percebi uma mudança. A minha determinação em mostrar as pessoas que eu posso ser melhor do que elas pensam, que posso fazer melhor do que eu fiz ontem, essa vontade, me faz querer realmente esquecer e começar uma vida nova.

As vezes, enquanto estou em casa, em desespero, tento imaginar, ou melhor, esquecer que estou esperando alguém chegar, assim talvez eu ficaria menos ansiosa, ansiosa para que o tempo corresse.

Marcadores: Pessoal, Textos


I'm Atimus
21 de fev. de 2014, 23:27 com 2 comentário(s)
Ah, um blog novo. Neste daqui eu pretendo fazer muito diferente de qualquer outro. Sempre tive vergonha de partilhar as minhas coisas nos blogs, mesmo necessitando muito e não correndo nenhum risco, eu não conseguia, sempre pensava que não iria superar as expectativas, eu sempre penso isso, estou sempre tentando ser o que trará orgulho as pessoas. Não sou diferente de qualquer outro ser humano, sou fria, dificilmente sinto pena das pessoas, mas do mesmo jeito, posso ser bem manhosa e me apego fácil a quase todos, possuo uma cabeça que precisa de muito análise para conseguir interpretar por completo. Bem, são coisas como essas que quero partilhar com vocês, é um diário, basicamente. Mas também quero partilhar meus gostos, que são quase infinitos, coisas engraçadas, para descontrair, etc. Não sou o humano com mais problemas no mundo, sou apenas mais um vivendo como vários outros, agora, se eu vejo a minha vida de uma maneira diferente dos demais, não há nada que posso fazer quanto a isso.

Marcadores: Textos


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A little story...
4 de abr. de 2014, 22:07 com 5 comentário(s)

Hoje quero compartilhar uma experiência pessoal. Não sei por que acho que devo recordar desse fato, mas certa parte de mim quer que eu o veja e reflita por que tive que passar por isso.

A um tempo atrás, eu fiquei com medo de ser substituída. Sim, ora a ideia boba da criatura. Já tem um tempo que tenho esse problema de 'existência', tais como 'Por que eu só consigo atrapalhar a todos?' ou algo como 'Será que realmente presto para alguma coisa?', bem bobo, não? A pouco tempo atrás, pensei que as pessoas a minha volta me odiassem, eu não falava com ninguém, ficava apenas o dia inteiro olhando para a tela do computador, chorando e me perguntando por que eles não viam aqui e colocassem um fim nisso, no pior sentido. Sim, eu era covarde e queria que eles fizessem o trabalho sujo por mim. Tenho medo de ser um fardo para as pessoas, sei que não posso ajudar a nenhuma delas de nenhuma maneira e sei que elas estão apenas fingindo, sei que há um sofrimento enorme atrás daqueles rosto sem emoção; eles são péssimos atores.

Eu nunca lutei verdadeiramente por algo, sempre sentei e assisti, deixando ver o que eles fariam sem que eu me intrometesse. O resultado sempre era obvio, mas as vezes eu tentava acreditar que o que eu queria realmente poderia vir a se tornar real, ilusão. Acabou que virei apenas um corpo se arrastando pelos cômodos desejando não ser vista pelos moradores, não conseguia nem criar coragem para sair da minha toca. De fato, passei fome. Passava as tardes torcendo para ninguém escutar a minha respiração irregular provocada por ansiedade e aflição, as vezes eu sedia, mas mesmo assim, o apetite não vinha, se eu me forçasse a comer, passava mal, e pior, tinha medo de vomitar a minha comida, um nível que realmente tenho medo de chegar.


Cada dia que passa eu vou me sentindo pior, cansada, fraca, tonta, exausta, doente, e por que isso começara a pouco tempo, tenho medo de cair no meio da rua, tropeça no enquanto subia as escadas ou desmaiar nas aulas escolares. Olhei para mim mesma na frente de um espelho, se a situação piorasse, em algumas semanas, iria ficar doente, e eu não queria. Tentei me forçar a comer, no incio nem metade entrava com prazer, por isso acabei reduzindo a minha quantidade de refeições, provavelmente duas por três por dia, mas quando o final de semana chegasse, não iria comer nem metade do que no dias normais.

Olhe a parte engraçada da história... Como alguém que vê outra pessoa uma vez a cada dois meses consegue deduzir mais coisas do que alguém que vê o mesmo indivíduo todos os dias? Acho que esta resposta é algo além dos meus conhecimentos. Só sei que, com apenas algumas frases, consegui recuperar grande parte do meu ânimo, se não por completo. Realmente estou parecendo uma caveira, com pescoço fino e olhos fundos, mas em menos de uma hora recuperei forças para voltar a ser saudável como era antes, ou de uma maneira que nunca fui.

Aqui se encontra a moral da história, talvez um pouco exagerada pela minha cabeça... Há sempre uma luz no fim do túnel, sempre teremos alguém, mesmo longe, que pensa em nós todos os dias, ou pelo menos na maioria deles. No final das contas, o mundo não está totalmente perdido.

Thank you, Dad.
Thanks also for the chocolate box, it's yuumy.

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Some of my story for you
7 de mar. de 2014, 17:48 com 3 comentário(s)
Konbanwa. Neste recesso, ou mini férias, tive bastante tempo para voltar a ver meus animes que estava acompanhando na temporada, acabei voltando a me inspirar e acabei querendo voltar a escrever algumas histórias minhas. Eu tenho várias, e como a minha vontade implorou, vou escrever algumas aqui, mas não tenho plano nenhum em postar aqui, apenas no Nyan Fanfictation, mas se alguém estiver disposto a acompanhar e pedir para eu postar, eu estarei disposta a isso - isso foi uma indireta muito mal feita.

Rare Tipe - The War of Descendants
A história se passa num mundo paralelo onde existe magia e deuses místicos; nele, se encontrava um único continente com um único país, onde todos os feiticeiros e bruxas vivam em paz, este era o sonho dos deuses, um sonho quase realizado. Depois de gerações, as pessoas começaram a obter gostos diferentes umas das outras, e depois de centenas de anos, cada pessoa só conseguia dominar apenas parte da magia, por simplesmente ter preferido esta e esquecido das outras; claro que ainda há 'magos completos' que dominam toda a magia disponível. O império foi divido, depois que as pessoas começaram a discutir sobre qual tipo de magia era a mais poderosa ou a mais eficaz. Os deuses, com raiva, decidiram fazer um projeto final, uma mulher onde confiaram a semente de cada sub-magia, para que nenhumas delas fossem chamais esquecidas; e também foi lhe dado uma outra missão... Os deuses estavam sendo torturados vendo suas criações lutando entre si, então elas amandaram também para que ela pudesse estabelecer uma paz, mesmo artificial, entre eles, interrompendo cada batalha que pensassem em travar. Um dia esta mulher desapareceu, sem deixar rastros... As guerras começaram, e finalmente foi decido como provar qual era o reino mais poderoso, eles fundaram uma escola, onde cada aluno de cada reino aprenderia sua magia de forma adequada, e em vez de uma formatura, eles travariam uma guerra entre si. Essa tradição durou por 15 anos, até que uma órfã terráquea recebeu um convite para entrar na escola.

Kiseki no Oracle
Duas gêmeas órfãs em uma mansão como filhas de um casal rico e esnobe, que só se importavam de verdade com seus dois filhos gêmeos, que haviam se afeiçoado as pequenas meninas; um dia elas fogem pois não chamarem isso de vida, e vão morar de favor na casa de um adolescente e trabalhando no restaurante maid de sua família, mesmo assim, os dois meninos sempre iam visitá-las para ver como elas eram tratadas por esse 'bocchan'. Mas o que ninguém espera, é que essas duas meninas conseguem manipular magia, fazendo travessuras sempre quando lhes são convenientes, até que um dia elas descobrem a verdade desde mundo, e sobre a verdade dos seus poderes milagrosos.

Mermaid no Uta
No fundo dos oceanos, um lugar onde o homem atual não pode nem imaginar, existe sereias, criaturas belas, porém mortais. Com uma população apenas de mulheres, elas são obrigadas na adolescência, a vir para terra firme e achar algum 'candidato' a ser o pai de suas filhas, e depois voltam para o mar, apagando as memórias do sujeito. Esta é uma tradição muito antiga pois as sereias não são as únicas que moram no fundo do mar. Há demônios que se alimentam de sua carne, e por vários anos elas foram pressionadas a viver escondidas e severamente atacadas; hoje em dia, elas já desenvolveram armas e modo de combates páreos a eles, mas a tradição ainda é rígida entre elas. Nayara, uma sereia que já passou da idade do 'acasalamento', se recusou a cumprir a essa tradição, sendo punida em servir sua prima, Prímula, a descendente direta do trono real.

Akatsuki Overnight
Yukka foi abandonada pela família aos 7 anos de idade por ser considerada um 'peso' para família, que são uma das poucas famílias ciganas que sobraram no mundo, que ainda é severamente caçada; ela chamava muita atenção das pessoas, pondo em risco a família inteira. Sua mãe morreu em seu parto e nunca saberão ao certo quem é o seu pai, mas este não é o ponto. Ela teve que viver indo pelas cidades, completando missões dadas a ela por pessoas que buscavam os seus tipos de poderes, etc; tudo isso graça a um demônio que acompanhava desde jovem, Tori, que diz ter sido uma amiga próxima a sua mãe. Enquanto ela tentava fugir da guerra que os países estavam prestes a provocar, uma carta de uma pessoa inesperada apareceu, da mesma pessoa que a abandonou no meio da floresta, seu tio. Depois de virar babá do seu primo quatro anos mais novo, ela começou a ser caçada por ser um dos seres mais fortes a pisar na terra, na qual ajudaria muito na guerra, provavelmente até definindo a vitória; uma Akatsuki, uma raça onde mistura os demônios com os poderosos ciganos.

Sei que esta postagem foi demorada e cansativa para várias pessoas, mas espero que tenham lido até aqui, e isso saciou grande parte da minha vontade de escrever.

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Newness
24 de fev. de 2014, 18:15 com 2 comentário(s)
Isso não é uma novidade na minha vida, mas ainda não sei lidar com isso. Talvez sempre tenha sido assim, só está numa fase mais grave. Me esforço todos os dias, mas a única coisa que consigo é um tremer no meu corpo, instabilidade, medo, ansiedade, essas coisas que me perseguem desde a muito tempo, mas antes ignoradas, agora mais forte. Meu esforço é quase sempre em vão, sem nenhum progresso, a minha vontade é jogar tudo de um penhasco para que o vento leve para algum lugar longe de mim, mas sei que isto não é o melhor para mim, infelizmente, eu sei disso. Por que o que era fácil agora parece impossível?

Por que parece que fui retirada do meu local de origem, da minha terra nata, e recolada num lugar estranho, onde não o entendo, e nem ele a mim? Ah, mas como isso é comum certo? Então, por que estou a ser tão fresca assim? Por que mesmo sabendo disso, não fico calma? Não quero chamar a atenção, não quero ser notada, não quero que percebam a minha existência, pois, parece que, se for o contrário, aí eles pisarão em mim, me humilharão, tudo para suprir o seu imundo desejo, sua vontade de ser superior aos outros. A sério, não me importo com comentários alheios, mas penso que isso é uma coisa incrivelmente repugnante, pior do que qualquer besta.

Mesmo assim, não quero superar esse problema, sei que faz mal, mas não quero ser o que não sou. Não preciso disso, não preciso mesmo. Não me interessa se ninguém irá falar comigo, ou me chamar de amiga, não preciso desta falsa felicidade, desse falso momento, desta falsa amizade. Só quero me concentrar no que já tenho agora, eu acredito, que pouco a pouco, irei me acostumar com esse sentimento e ele não doerá mais, só preciso de um pouco mais de tempo, pois, o que já tenho, é melhor do que qualquer coisa que qualquer ser humano poderia imaginar.

Marcadores: Pessoal, Textos


Lost Time
22 de fev. de 2014, 22:24 com 2 comentário(s)
As vezes, fico pensando como a minha vida está a passar rápido, parece que foi ontem que era apenas uma menina tímida, que não sabia o que falar ou fazer, no meio de várias pessoas que se auto intitulavam superiores; que eu tomei coragem para abandonar esse mundo e ser como eu queria ser, não como um rótulo me dizia; que sofri pelas minhas escolhas, não me arrependi; que suportei maus caminhos escolhidos por aqueles que eu amava... Me lembro de mim mesma, sendo rejeitada e aceita por várias pessoas distintas. Me lembro da época que chorava se deixasse um copo se quebrar, desesperada, esperando mais repreensões, mas também me lembro de uma voz gentil me falando o quão aquilo era insignificante, que era apenas um acidente. Quando foi que eu parei de chorar na frente das pessoas? Foi quando eu percebi que isso não iria me fazer sentir melhor, não como naquela época.

Do mesmo jeito que as vezes sinto que as minhas memórias estão ficando mais preenchidas dia após dia, que o que parecia ser dias na verdade eram meses, as vezes, não sempre, me sinto como se a minha mente se apagasse, não consigo lembrar de mais nada. Parece que há uma parte dentro de mim que quer esquecer o tempo que eu queria que voltasse, pois sabe que é impossível, mas ela é pequena, pois ainda insisto em pensar que a minha vida vai voltar a ser como quando eu era menor. Mas não irá, por que eu já cresci. Mas continuo me torturando, pensando todas as noites, lembrando de tudo do tempo que eu queria que voltasse.

Mas, também percebi uma mudança. A minha determinação em mostrar as pessoas que eu posso ser melhor do que elas pensam, que posso fazer melhor do que eu fiz ontem, essa vontade, me faz querer realmente esquecer e começar uma vida nova.

As vezes, enquanto estou em casa, em desespero, tento imaginar, ou melhor, esquecer que estou esperando alguém chegar, assim talvez eu ficaria menos ansiosa, ansiosa para que o tempo corresse.

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I'm Atimus
21 de fev. de 2014, 23:27 com 2 comentário(s)
Ah, um blog novo. Neste daqui eu pretendo fazer muito diferente de qualquer outro. Sempre tive vergonha de partilhar as minhas coisas nos blogs, mesmo necessitando muito e não correndo nenhum risco, eu não conseguia, sempre pensava que não iria superar as expectativas, eu sempre penso isso, estou sempre tentando ser o que trará orgulho as pessoas. Não sou diferente de qualquer outro ser humano, sou fria, dificilmente sinto pena das pessoas, mas do mesmo jeito, posso ser bem manhosa e me apego fácil a quase todos, possuo uma cabeça que precisa de muito análise para conseguir interpretar por completo. Bem, são coisas como essas que quero partilhar com vocês, é um diário, basicamente. Mas também quero partilhar meus gostos, que são quase infinitos, coisas engraçadas, para descontrair, etc. Não sou o humano com mais problemas no mundo, sou apenas mais um vivendo como vários outros, agora, se eu vejo a minha vida de uma maneira diferente dos demais, não há nada que posso fazer quanto a isso.

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About Me, a Iced Lady

Mesmo tendo uma pequena descrição minha na sidebar, decidi fazer este canto para colocar outras coisas. Nasci no dia vinte e três de agosto do ano dois mil, na cidade do Rio de Janeiro. Desde criança sempre amei desenhos animados como As Super Gatinhas, Pokemon, Sakura, Yu Gi Oh, Os Jovens Titãs, Avata - A Lenda de Aang, então era quase impossível eu não me aprofundar mais e mais e virar uma viciada em animes e cartoon como sou hoje, mas admito que prefiro os desenhos japoneses, ou animes, do que os americanos ou de outra nacionalidade. Meu pai me motivou desde pequena a criar blogs na internet, para ser mais exata desde dos meus oito anos de idade, e eu o agradeço muito por isso pois hoje sei fazer coisas que até pouco tempo nem sabia que eram possíveis no HTML, também tive a influência de algumas blogueira, como a Agnes, Lia e a Kaorii, os blogs como os dela sempre me motivaram a continuar, mesmo não ficando bom de primeira. Acredito que a minha primeira amiga de verdade foi a Yuso, ou Jû, que hoje está fora da blogsfera, mas continua comigo todos os dias e espero que eu posso a ver se casando, também fiz amizades com outras pessoas muito queridas, como a Yaya e a Jaque, que dês daquela época eu mantenho o contato. Acredito que a pessoa que mais marcou a minha vida foi a Agnês, hoje em dia a minha marida, mesmo nunca tendo conhecido ela de verdade, ela me ajudou imensamente quando precisei, eu realmente não saberia onde estaria sem ela. Não sou muito sociável, mas amo demais frequentar a escola no sentido de aprender, mesmo tendo matérias que não consigo suportar. Amo matemática, química, biologia, astronomia, geografia e física, e são as matérias escolares que mais me dedico. Quando crescer, ou melhor, ser adulta, quero trabalhar no ramo de pesquisa de química ou astronomia, mas por enquanto, quero apenas passar na IFRJ no curso de Biotecnologia, mas também quero escrever um livro de fantasia! Pretendo me tornar fluente em inglês, japonês, mandarim e italiano, são todas línguas interessantes e bonitas, na minha opinião.
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Name: Cronya Atimus
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